Puxa-saco, patrão e maturidade

Desde os tempos imemoráveis e não registrados acredita-se que houve alguém que trabalhasse, uma pessoa pra mandar neste e contexto surgem aqueles especializados em cultuar e dar créditos e prestar culto àquele eu manda no outro. Sempre foi assim, mesmo quando os que mandavam começavam suas mandanças lá nos tempos das cavernas e esse comportamento nunca mudou. Um faz, um manda e um admira o mandante.

Esses admiradores dos mandantes, conhecidos pelo pseudônimo de puxa-sacos, não trabalham, não ajudam ninguém com nada (a não ser que seja o próprio chefe, filho dele, ou alguém que possa ser o chefe em breve) e se aproveitam da baixa auto-estima do patrão pra ficar elogiando ele, dizendo como ele é bom e bonito e rico e assim permanecem dentro das empresas, são promovidos e ganham altos salários.

Enquanto houver proprietários de empresas mau resolvidos, com baixa auto-estima e sem maturidade, os puxa-sacos sobreviverão.